Reforma tributária: empresas do Simples decidem até 30 de setembro o regime de IBS/CBS para 2027. Entenda
Recuperação de créditos é auditoria fiscal retroativa: revisamos os últimos 60 meses de apuração para encontrar valores recolhidos indevidamente e transformá-los em dinheiro de volta ou em abatimento de tributos futuros. Trabalhamos com laudo e memória de cálculo — não com promessa de percentual sobre um valor que ninguém apurou.
Quando as empresas nos procuram
- Necessidade de caixa, com dinheiro parado em tributo pago a mais
- Saber que um concorrente do mesmo setor recuperou valores e você não
- Cada mês que passa prescreve um mês de crédito — a regra é de 5 anos
O que fazemos por você
- Auditoria retroativa de 60 meses sobre SPED, EFD, DCTF, folha e notas fiscais
- Quantificação com memória de cálculo que sustenta o crédito perante a Receita
- Seleção das teses realmente aplicáveis ao seu caso — e descarte das superadas
- Retificação das obrigações acessórias que dão suporte ao crédito
- Pedido administrativo (PER/DCOMP) e acompanhamento até a homologação
- Habilitação de crédito reconhecido judicialmente e cronograma de compensação
- Revisão de folha: verbas que não integram a base do INSS patronal
- Segregação de receitas monofásicas no Simples (bebidas, autopeças, farmácia, combustíveis)
- Correção do processo daqui para frente, para a empresa parar de pagar a maior
Para quem é
Empresas do Lucro Real e Presumido com PIS/Cofins e ICMS relevantes; indústrias e distribuidoras; empresas com folha grande; e comércios do Simples que revendem produtos de tributação monofásica — um caso frequente e pouco explorado.
Atenção: Cuidado com quem promete recuperação sobre o terço constitucional de férias gozadas: o STF decidiu que essa verba integra a base do INSS patronal. Crédito recuperado indevidamente gera glosa e multa. Preferimos dizer não a te expor a isso.
Perguntas frequentes
Cinco anos contados do pagamento indevido. O período anterior está prescrito e não se recupera — por isso cada mês de espera custa um mês de crédito.
Depende da tese. A via administrativa é mais rápida e barata, e serve para erro de apuração e teses já pacificadas. A judicial é necessária quando a tese ainda está em discussão — e é a única que preserva o retroativo caso o tribunal module os efeitos depois.
Na prática, quase sempre como compensação: você abate o crédito de tributos federais a vencer. Restituição em dinheiro existe, mas é bem mais lenta.
As mais produtivas no momento são os créditos de PIS/Cofins sobre insumos no Lucro Real, as verbas indenizatórias na base do INSS patronal e a segregação de monofásicos no Simples. Há também teses em julgamento no STF, como a exclusão do ISS da base do PIS/Cofins, em que só entra ação preventiva quem quiser preservar o retroativo. Avaliamos caso a caso.
Sua empresa pode ter crédito a recuperar
Fazemos o levantamento inicial e mostramos se vale a pena seguir.
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